Christina
Oiticica
Atenta às infinitas possibilidades da nova mídia, Christina Oiticica
lançou mão dos programas do computador para revisitar o seu trabalho que
se desdobrou em pontos e formas circulares, compondo uma nova e instigante
abordagem, para em seguida materializar-se de volta às telas, passando
a gerar muita sensibilidade e propiciar mágicas interferências. Para a artista
a utilização da arte digital como ferramenta vem ampliar sua abordagem no
desenho, na pintura acrílica sobre tela e nas esculturas, como se abrisse
um portal de efeitos que aguardavam a sua chegada. Seu caminho nas artes
plásticas teve início numa coletiva em Amsterdam, em 1980,
seguido de outras coletivas, como a 24a Bienal de São Paulo e a ArtExpo,
de Nova Yorque e diversas individuais, como no Museu Nacional de Belas Artes
e na Casa França Brasil.
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